Virginia Madsen (Madeline Robistat): Viviane Faria
Bud Cort (Edgar - voz): Jorgeh Ramos
Maxwell Caulfield (Bill): Hélio Ribeiro
Don Fellows (Senhor Ryley): Pádua Moreira
Alan Polonsky (Frank): Mário Jorge Andrade
Wendy Miller (Atendente da loja de computadores): Nelly Amaral
Ruth Westheimer (Anfitriã do talk show - voz): Rodney Gomes
Giorgio Moroder (Produtor da rádio): Pádua Moreira
Titulo: Sérgio Luiz
Outras vozes:
Hélio Ribeiro, Nelly Amaral, entre outros
**Nota: Segundo pesquisa feita pelo Izaias Correia, o filme foi dublado lá. Porém, me causa estranheza. O locutor foi Sérgio Luiz, que era a voz padrão da Sincrovideo, e aqui ele não assinou a casa. O titulo dado por ele é o descrito neste tópico. Enquanto "Amores Eletrônicos" foi o titulo adotado para o lançamento em VHS (e cinema, segundo a mesma matéria).
Erich von Stroheim (Max von Mayerling): Líbero Miguel
Nancy Olson (Betty Schaefer): Nair Silva
Cecil B. DeMille (Ele mesmo): Renato Restier
NOTA: A primeira dublagem deste filme é, no sentido mais genuíno do termo, um tesouro perdido. Por isso, julgo importante esclarecer em nota as informações a respeito. Foi exibida em idos dos anos 70, quando filmes da Paramount eram dublados recorrentemente na Odil, decorrentes de um acordo com a distribuidora Brascontinental, cujo fundador era Michael Stoll (sim, o "sr. Álamo"). Daí advém dois problemas: o primeiro é que, como se sabe, Stoll tinha uma prática peculiar de mandar destruir cópias de produtos que se encontravam na "geladeira" após suas exibições originais, por motivos que permanecem desconhecidos (não cabe aqui julgar, ele devia ter suas razões...). É bem possível que esse tenha sido o motivo da redublagem da Telecine vir a existir, inclusive. Em segundo lugar, as condições de preservação caseira de uma dublagem exibida no início da década de 70 eram extremamente precárias: ou se tinha muita grana para gravar em U-Matic (que foi lançado em 1971 pela Sony, tornando improvável que alguém o tivesse na época desta dublagem E que a tenha gravado dessa forma), ou se usava Super 8, igualmente raro, ou se telecinava, método infame pela sua qualidade. Sendo assim, torna-se possível afirmar que esta dublagem nunca mais verá a luz do dia, tendo em vista as questões mencionadas. Para os ainda esperançosos, deixo a probabilidade de 0,01%. Importante denotar que, com raríssimas exceções, as dublagens dos anos 60 e 70 foram preservadas por colecionadores ou interessados através de fortuitas reprises na TV aberta em décadas posteriores, com melhor tecnologia acessível para tal, exibição em canais fechados ou por meio de inclusão em home video, oportunidades mitigadas pelo primeiro problema.
Quanto aos dados, assim como as informações apresentadas no primeiro parágrafo a respeito do histórico de exibição desta dublagem, a proveniência é de Augusto Bisson (quem assistiu a versão na íntegra à época) e de Nair Silva, integrante do elenco, quem confirmou a direção de Líbero Miguel, bem como as vozes de William Holden, Gloria Swanson (dado também aferido por Nelson Machado), Erich von Stroheim e Nancy Olson, seu papel. Bisson, embora nunca tenha se referido ao Restier por nome, o confirmou indiretamente através de outra postagem no grupo "A História da Dublagem" a qual recentemente descobri, e que trata de um filme já elencado aqui na Dublapédia do Fórum. Em O Vale da Ambição (dublado também na Odil Fono Brasil), fora o ilustre intérprete de Cecil B. DeMille o responsável por dublar o ator Taylor Holmes, papel sabidamente realizado pelo Renato Restier, segundo identificação de taz, um dos coordenadores do Fórum e especialista em dublagens deste período. A partir dessas informações, tornou-se possível montar o elenco deste tópico.