johnny-sasaki Escreveu:ele não é o primeiro a dublar por aqui e depois lá.Já tivemos exemplos anteriores como a Edna Mayo,Nizo Neto e Sumara Louise
Já teve também o Ricardo Fábio, o Júnior Nannetti, o Roberto Leal(que dublou em Campinas por um tempo e voltou pra Miami depois creio eu), o Roberto Ciantelli, a Maria Helena Pader, Don Donini, entre outros. Isso porque eu não considerei Los Angeles.
Na verdade, me surpreende que muitos dubladores de Miami tenham o DRT brasileiro como realmente tem. Não é só nos tradutores que existe uma ligação entre polos.
johnny-sasaki Escreveu:ela dublava uma cacetada de filme porno,e junto do Nizo Neto...
Eita! Não sabia disso!
Kenta Escreveu:Isso que eu acho foda (no pior dos sentidos). O cara dubla(va) aqui no Brasil, sabe como a dublagem de Miami tem péssima qualidade, sabe como ela é prejudicial pro mercado de dublagem brasileiro, aí quando vai lá, dubla nos estúdios de Miami. Acho falta de consideração com a categoria, mas isso é uma decisão da pessoa com ela mesma, com a visão dela a respeito da profissão e tudo mais. Enfim, o Igor ficou nos EUA ou passou um tempo apenas?
Creio que o caminho seja algo similar ao que acontece com dublagens em inglês e também em outros idiomas. Não é só EUA, Canadá e Reino Unido que fazem, mas vários países incluíndo até mesmo o Brasil fazem trabalhos em inglês. França e Hong-Kong para os EUA e suas dublagens seriam equivalentes à nossa "Miami".
E como visão política eu vejo concorrência por concorrência como algo bom para o mercado, até porque as dublagens de Miami já são naturalmente marginalizadas pelo próprio mercado graças à padronização e autoregulação existente nele em território brasileiro. Cabe aos consumidores reclamarem quando não gostarem de um produto.
Mas um ponto que ainda vale ser ressaltado nas demos postadas por eles, pelo menos nos live-actions, como novelas e séries: dá pra notar uma discrepância de técnica e qualidade de atuação entre o Igor e boa parte do resto das outras vozes que aparecem nos vídeos.