Luiz2812 Escreveu:Pior que ele era bom diretor no RJ.
Veja como massacraram meu garoto
De fato. A dublagem de Miami teve um ponto um pouco mais alto de qualidade no período em que o Igor Lott, Júlia Castro e Bruno Mello dirigiram no The Kitchen, isso entre 2016 e ali até 2019. Mas depois que os 3 saíram do corpo de diretores do estúdio, e o Luciano e a Krysna pegaram os carros chefes do The Kitchen, a qualidade caiu. E no caso do Luciano, muito pelo motivo referido. Ele se autoescala e contracena consigo mesmo sem o menor pudor, e sem ter de fato um grande alcance vocal, no máximo diferencia o agudo do grave, mas botar mais de 3 papeis ele soa praticamente igual em pelo menos 2, como foi o caso em Kamisama Kiss.
Por outro lado, eu não vou mentir que alguns trabalhos atuais da Universal Cinergia de Miami me surpreendem em qualidade. Fazem um uso bem grande de dubladores de São Paulo, Rio e também Campinas. Tem alguns problemas, sim, ainda alguns nomes de Miami em si aqui e ali são visivelmente piores que os que gravam remoto do eixo aqui no Brasil, contudo, são trabalhos que surpreendem positivamente. O Thiago pediu minha ajuda para catalogar vozes de uma novela dublada lá recentemente, e o tanto de dublador do eixo RJ-SP-Campinas que eu escutei me deixou bem surpreso.
DavidDenis Escreveu:E tá cheio de dublador brasileiro super topando uma escala em home para Miami.
Marta escala vários.
Como eu até pontuei antes: a cotação do dólar hoje favorece a dublagem de Miami a nível de cachê. Lá na Flórida se paga cerca de aproximadamente 40 dólares pela hora do dublador, multiplica isso por 5 e você tem um pagamento de quase de 200 reais a hora. É mais do que os 150 por hora que se ganha no eixo na prática, e acaba por não ser uma surpresa.
Tanto que o último game de South Park não foi dublado em Miami, mas sim no eixo RJ-SP justamente em razão do cachê, que pela alta do dólar, tornaria o orçamento da dublagem do game muito mais caro se feito em Miami do que se feito no eixo.