taz Escreveu:Achei interessante o teu elenco, bem coerente, mas eu acho que o Luiz Motta nunca dublou em um elenco em que estivessem presentes dubladoras como Mabel Cezar e Christiane Louise. Tô mais acostumado a ver o Mel Brooks sendo dublado pelo Orlando Drummond. A Anne Bancroft é uma atriz um pouco difícil pra escalar, dependendo do papel, uma dubladora fica legal, em outro papel talvez outra, por exemplo, Sônia de Moraes ficou excelente fazendo ela num filme que ela fazia uma velhinha, mas não combinaria tanto em um papel normal, pelo que me lembro a voz da Anne Bancroft é uma voz mais "lisa" e não é tão grave como a da Pader, eu escolheria uma voz mais leve como Sumára Louise, embora nem mesmo a Sumára seja a voz ideal, mas condiz mais com o timbre original da atriz, talvez Geisa Porto Vidal, mas eu curto ainda assim muito mais a Sumára. Sobre o Harvey Korman pra mim a melhor voz dele até hoje foi o Marcos Miranda, e em segundo lugar foi o Luiz Carlos de Moraes, ambos ficaram excelentes neste ator, pena que o Marcos Miranda já tinha falecido na época deste filme. No mais, tá bem legal mesmo, continue a postar elencos assim, nós agradecemos!
Valeu, Taz, eventualmente postarei novos elencos, conforme as ideias forem surgindo e meus conhecimentos sobre o mundo da dublagem forem aumentando (Os anos 60 e parte dos 70 ainda são um gigantesco mistério para mim, especialmente em São Paulo). Interessante essa informação sobre o Luís Motta, não estava ciente dela, creio então que o Orlando Drummond seja uma opção viável para o personagem. Com certeza o Orlando seria a escolha mais lógica para o Mel Brooks, mas acho que o Domício e o Luís Carlos de Moraes tem mais em comum com ele (tanto pelo timbre quanto pelo estilo de atuação). Quanto à Anne Bancroft, realmente a Geisa Vidal parece se adequar mais, ainda mais na personagem em questão, mancada minha. Confesso que o trabalho do Eleu Salvador me influenciou na escolha do Santa Cruz para o Harvey Korman (além de casarem com o tipo físico do ator nesta época, ambos conseguem alcançar o tom leve e bonachão do personagem sem muito esforço), acho que mesmo que o Marcos Miranda estivesse vivo nessa época, teria ficado muito pesado, pelo menos neste caso específico.