Apesar de ser uma característica comum de várias dublagens do estúdio, normalmente pelo teste de alunos em pontas e participações menores, eu ainda acho a dublagem de MHA uma das mais tranquilas do estúdio nesse aspecto de pontas, tanto que tirando algumas vozes da Turma B e algumas pontinhas aqui e ali, não lembro de nenhuma atuação gritantemente ruim como eu consigo me lembrar em um Tokyo Ghoul da vida.
A minha crítica em relação ao início da dublagem era mais pela direção do Fábio Campos. Ele é um bom escalador, mas uma impressão que dava era que ele não exigia muito dos dubladores e deixava eles bem no automático até aquele ponto. Um outro aspecto que denuncia isso é a mixagem, que não é da conta total do diretor mas passa por ele, e que melhorou muito quando saiu das mãos do Fernando Peiter e passou a ser feita pelo Lucas Mendes e pelo Miguel Vulcano na terceira temporada em diante, em especial com maior adição de reverbs nos ataques, ecos de pensamento e mais cuidado com ambiência das vozes, que não eram comuns nas duas primeiras.
Mas artisticamente isso também fica evidente, em especial pelo Lipe Volpato, que melhorou muito conforme a dublagem do anime avançou, ele não atuava mal no começo, mas de um bom Midoriya, ele passou a ser um excelente Midoriya depois de um certo tempo. Mas nem só ele, o Nestor Chiesse mesmo também foi melhorando, o United States of Smash na terceira temporada contra o All for One ficou muito melhor que aquela cena do All Might contra o primeiro Nomu no final da primeira. Tem outros exemplos que se for pescar depois dá para usar também. Então apesar de alguns erros menores aqui e ali, penso que no conjunto da obra, a dublagem só melhorou com o passar do tempo.
A minha crítica em relação ao início da dublagem era mais pela direção do Fábio Campos. Ele é um bom escalador, mas uma impressão que dava era que ele não exigia muito dos dubladores e deixava eles bem no automático até aquele ponto. Um outro aspecto que denuncia isso é a mixagem, que não é da conta total do diretor mas passa por ele, e que melhorou muito quando saiu das mãos do Fernando Peiter e passou a ser feita pelo Lucas Mendes e pelo Miguel Vulcano na terceira temporada em diante, em especial com maior adição de reverbs nos ataques, ecos de pensamento e mais cuidado com ambiência das vozes, que não eram comuns nas duas primeiras.
Mas artisticamente isso também fica evidente, em especial pelo Lipe Volpato, que melhorou muito conforme a dublagem do anime avançou, ele não atuava mal no começo, mas de um bom Midoriya, ele passou a ser um excelente Midoriya depois de um certo tempo. Mas nem só ele, o Nestor Chiesse mesmo também foi melhorando, o United States of Smash na terceira temporada contra o All for One ficou muito melhor que aquela cena do All Might contra o primeiro Nomu no final da primeira. Tem outros exemplos que se for pescar depois dá para usar também. Então apesar de alguns erros menores aqui e ali, penso que no conjunto da obra, a dublagem só melhorou com o passar do tempo.