Erick Silver Escreveu:Tá falando de representatividade no geral? Se for, eu acho q n, cara. Teve Barbie agr que escalaram uma dubladora trans numa atriz trans na Delart. Em comparação, em outra mídia e com a mesma atriz, escalaram um dublador cis p dublar ela, isso em SP. Mulher Rei, com o elenco predominantemente preto ainda na Delart. Outro estúdio carioca, teve a SDVC q escalou um dublador trans num ator, q era dublado por uma dubladora antes de passar pela transição de gênero.
Não anulo os exemplos que você citou, mas, em geral, o mercado de São Paulo hoje é maior que o carioca, mesmo se considerarmos o remoto, há de se lembrar que tem estúdio que se recusa a dublar remotamente, como tanto já se falou da Delart.
Mas voltando ao ponto, em São Paulo em geral você tem não só mais dubladores negros ou LGBT, como também tem, por exemplo, mais dubladores asiáticos, vide a dublagem do filme de Kamen Rider Zero Time que tem um elenco de dublagem predominantemente oriental, que no RJ já seria bem mais difícil de fazer algo do tipo. Mas no fim das contas, isso é consequência do tamanho do mercado, que se aqueceu em SP na década passada bem mais do que no RJ. Então há maior possibilidade de representatividade.
Mas, para além de apenas o tamanho natural do mercado, em SP já aconteceram iniciativas visando aumento de representatividade na dublagem, como cursos específicos voltados para PCD's e/ou minorias em geral. No Rio não se vê isso.