Bruna Escreveu:Inclusive nos comentários da publicação uma moça comentou "Peraí que eu buguei. Reclamaram que vc dublou um velhinho com voz de velhinho? É isso?" e o Tarcísio disse "é".
E ainda teve o Luciano Lira falando "O trabalho ficou como o cliente pediu perfeito. Sua interpretação foi fantástica.", além do povo falando "quem gostou, gostou, quem não gostou..."
Cara, eu sou fluente em inglês, sou jovem, educada, eu posso escolher ver o filme em inglês se eu quiser, até sem legenda, o que esse pessoal tem que entender é que tem gente que não tem escolha. Minha mãe tá assistindo o filme agora mesmo, ela não é nenhuma idosa, mas já tem seus 50 e poucos, visão ruim, não se formou no fundamental... ela não tem essa escolha, e ela mesmo não entendendo quase nada de dublagem, eu ouvi ela reclamar KKK aí ela faz o quê? Deixa de assistir o filme por que a dublagem tá ruim? Mas o filme é bom.
Sei lá, não consigo entender essa postura. Eu entendo que o Luciano e o Tarcísio fizeram um trabalho do jeito que o cliente mandou e tal tal, mas eles estão defendendo esse trabalho, dizendo que ficou perfeito, mil maravilhas, cadê o "prestígio a boa dublagem"?
É essa uma das merdas desse mercado. Todo mundo se vale da inclusão pra validar o trabalho, mas o fato é que os profissionais de dublagem são uns 3000 no máximo, concentrado no sudeste do país e majoritariamente classe média. A ESMAGADORA MAIORIA não tem propriedade pra falar em nome do público que supostamente defende. É um universo muito fechado e que por décadas era invisível, então se cria um elitismo enorme.
O resultado são casos como esse, o do Wolf Pack e etc.
Não interaja com o Danilo Powers.