Mugen Escreveu:Queria saber que escalas diferenciadas é essa que a dubrasil tá entregando? São sempre os mesmos também. Até apareceu um Francisco José por lá, mas sumido por sumido a SDVC trouxe o Pedro Eugênio. E concordo também que a SDVC tem sim repetido os dubladores, mas em animes com elenco grande tipo Tokyo revenger e BLUE Lock eles ousam bastante.
Overlord 4ª temporada é um bom exemplo. Tribe Nine é outro. Takt op. Destiny idem. Spy x Family teve o Thiago Keplmair de novo num fixo de anime depois de anos e a Maira Paris protagonizando pela primeira vez uma produção do gênero. Beast Tamer trouxe o Celso Alves de volta em um anime depois de vários anos e a Thay Bergamim numa protagonista de anime. I'm the Villainess eu não vi, mas a lista do elenco já entrega uns nomes bem fora da caixa também, até do Rio mesmo. Tem também outra dublagem recente deles que foi The Great Jahy Will not be Defeated, que tem um elenco quase todo carioca no núcleo principal e algumas escalas bem diferenciadas.
Aliás, até no remake de Cavaleiros do Zodíaco pós-trocas da Toei, vendo os Cavaleiros de Ouro e quem foram as opções de teste para os Cavaleiros de Bronze, não dá para dizer que a Dubrasil não tenha ousado ali. Não que todos os trabalhos da Dubrasil sejam assim, mas os exemplos existem, eu os mencionei e eles acontecem com certa regularidade.
Eu não vou discordar que exista uma sobreutilização de alguns nomes em específico, principalmente os que trabalham na parte técnica do estúdio produzindo, dirigindo e/ou mixando/gravando, como os diretores da casa (Guilherme Marques, Fábio Campos, Rinaldi, Andressa, etc), os mixadores, engenheiros de som, controladores de qualidade e produtores (Victor Moreno, Bruno Casemiro, Thiago Córdova, Marcela de Barros, etc), mas no todo dos elencos, geralmente o estúdio tenta chamar pessoas diferentes em produções diferentes, e fazer rotação de forma bem variada com elas.
Fora que embora a Som de Vera Cruz até chame paulistas com alguma frequência se comparada a outros estúdios do Rio, e ponto para eles, mas a presença de cariocas na Dubrasil e em estúdios paulistas em geral, incluindo vários das mais variadas "grifes" (da TV Group e a Unidub até a Atma), costuma ser bem maior que o contrário. A variação por consequência acaba sendo maior.