Reinaldo Escreveu:reli a matéria e não vi nada que desse indício de difamação, acho só que corrigiram a citação e mencionaram algo mais sobre o teste.
as falas sobre valores são as mesmas dadas a entrevista pro site mineiro "Hoje em Dia" que foi postada depois dessa da Dubbagem Brasileira, citam a Rafaela tbem e com mais detalhes. a diferença maior entre as duas é que na entrevista pro "Hoje em Dia" tem uma exaltação da dublagem em Minas e uma cutucada pra dublagens feitas na Argentina e EUA.
Até hoje eu não sei de dublagem feita no México. Argentina os valores devem ser irrisórios mesmo, em especial agora com a moeda derretida deles (bem mais que a nossa, inclusive). Mas em Miami eu imagino que os valores sejam não tão grandes quanto os de RJ e SP, mas maiores que os da Argentina e inclusive, provavelmente maiores que os de BH, em especial agora com a cotação do dólar.
Lembro que uma vez há muito tempo atrás eu li em algum lugar que o piso de dublagens não sindicalizadas nos EUA era equivalente a 20 dólares à hora, em especial em Miami, o que na prática, é até mais do que se paga em BH hoje em dia.
Porém, eu concordo que BH não deve ser visto como "inimigo", porém, a profissionalização do ramo por lá aconteceu de um jeito bem errado, se for pra ser sincero. Quando o polo começou lá em 2005, eles deveriam ter chamado gente do eixo RJ-SP pra dirigir e dar direcionamento. É o que se tentou fazer em Brasília (com a Fátima Mourão) e POA (a Dubrasil dá workshops de dublagem lá, por exemplo). É também o que se fez no Peru pra se transformar o país num polo de dublagem em espanhol nos últimos anos (os peruanos chamaram dubladores do México pra dar aulas por lá, por exemplo).
Só que isso não aconteceu, e hoje em pleno 2020, você tem dublagens feitas lá que continuam soando amadoras. Sorte do Renato Hermeto, que fez o caminho inverso saindo de BH e hoje dirige em SP.