Reinaldo Escreveu:em tempo cheguei a mandar mensagem sobre video pra pandora Filmes mas não responderam
não acredito que tenha regulamentação nacional sobre dublagem. no mínimo pré-requisitos como o DRT creio que se tivesse algo nacional capaz desses "polos micro" não conseguirem trabalho comercial pois os valores com RJ/SP seriam equiparados.
pra mim esses cursos ainda são caça-níqueis pode fazer turma, teoricamente passar a prática mas a real é que só vai viver de dublagem de fato quem se aventurar pra SP/RJ. tem gente que faz por hobby mas quem acha que vai dublar de cara nesses "micro polos" pra mim perderam dinheiro. Curittiba praticamente saiu doo mapa depois que pegou trabalhos mandados pela Alcateia (essa já perdeu espaço com a Netflix justamente por terceirizar, ao meu ver)
Mas é exatamente isso, a regulamentação nacional que existe se restringe ao DRT que eu saiba. Outras regulamentações são locais. E a parte legal da coisa é referente à isso.
E sim, se houvesse uma regulamentação nacional, ou simplesmente estenderiam os padrões de RJ-SP pro resto do país (e matariam os outros polos com exceção de Campinas, cartelizando a profissão completamente, o que seria ruim em vários sentidos), ou então pensariam em algo diferenciado do que temos hoje, como piso salarial por tempo de carreira ou qualquer coisa do gênero.
Sobre seguir carreira em dublagem e os cursos, eu concordo que fora do eixo é complicado. Até em Miami hoje é mais fácil ter carreira de dublador do que no Brasil fora de RJ e SP, talvez Campinas e olhe lá ainda seja um bom mas como fica no estado de SP e tem vários profissionais que fazem ponte entre uma cidade e outra então meio que nem conta.
E eu toquei nesse ponto uns comentários atrás, tanto que BH fora do eixo RJ-SP é dentro do Brasil o polo mais antigo de dublagem, e mesmo assim é um polo onde os trabalhos são sazonais e poucos nomes se firmaram, a maioria é do teatro.