Mas enfim, com essa dublagem da Drei Marc, os ânimos vão se acalmar. Vamos esperar o lançamento até maio no Telecine.
É isso mesmo, chamar isso de "dublagem pirata" empobrece o debate e é nessa tecla que eu bati. E nacionalmente, o que é exigido é ter o DRT que eu saiba. Agora, cada SATED regional tem suas próprias regras, e se um estúdio às segue de acordo com o local em que ele está, então não há problema legal.
E repare que isso não tem nada a ver com a qualidade do trabalho, que é ruim e eu não nego. Mas ser ruim é uma coisa, ser ilegal é outra e a gente já devia ter superado isso em pleno 2020.
Sobre esse negócio de cursos e workshops de dublagem, a maioria desses que acontecem fora do eixo RJ-SP são feitos por gente que trabalha com a voz, tipo em radionovela e coisas do tipo, mas não necessariamente com dublagem. BH especificamente porém, é um polo que existe desde 2005 fazendo trabalhos que no geral são absolutamente obscuros e sazonais (com exceções aqui e ali). Quem dá cursos de dublagem por lá é o pessoal que dubla desde que o polo começou na atividade, eu imagino.
Tem também casos de gente que estudou cursos de dublagem dentro do eixo RJ/SP e foi pra fora, como a Mônica Placha de Curitiba, por exemplo.
Ou então, a Fátima Mourão em Brasília, ela formou uma galera por lá.
Porém, eu concordo que o conhecimento em dublagem deve ser passado por aqueles que tem experiência prática e cacife. De fato, não é qualquer um que pode ser "professor de dublagem".
O ideal era que, se possível, mais dubladores de calibre pudessem fazer como a Fátima Mourão fez, e tentar levar o conhecimento pra fora do eixo com qualidade, se realmente houver vontade de expandir a dublagem brasileira com qualidade pra fora dos estados de RJ e SP. Até houveram algumas iniciativas assim ao longo dos últimos anos, como uns workshops que o Guilherme Lopes deu espalhados pelo Brasil, mas costumam ser bem esporádicas.
Reinaldo Escreveu:resumindo se doeu pela palavra "pirata".
na real não sei e não é meu foco saber a situação desses estúdios micros. podem ter atores, estar legalizados regionalmente mas o que realmente pega "é" nacionalmente.
me pergunto como um lugar dá "curso de dublagem" sem que quem dá deu aula nunca dublou profissionalmente? não me entra isso, fica parecendo que a técnica é mega fácil e qualquer locutor/ator formato/dono de estúdio midiático pode passar esse "conhecimento" - nem workshop com dublador reconhecido salva isso. fica a reflexão.
É isso mesmo, chamar isso de "dublagem pirata" empobrece o debate e é nessa tecla que eu bati. E nacionalmente, o que é exigido é ter o DRT que eu saiba. Agora, cada SATED regional tem suas próprias regras, e se um estúdio às segue de acordo com o local em que ele está, então não há problema legal.
E repare que isso não tem nada a ver com a qualidade do trabalho, que é ruim e eu não nego. Mas ser ruim é uma coisa, ser ilegal é outra e a gente já devia ter superado isso em pleno 2020.
Sobre esse negócio de cursos e workshops de dublagem, a maioria desses que acontecem fora do eixo RJ-SP são feitos por gente que trabalha com a voz, tipo em radionovela e coisas do tipo, mas não necessariamente com dublagem. BH especificamente porém, é um polo que existe desde 2005 fazendo trabalhos que no geral são absolutamente obscuros e sazonais (com exceções aqui e ali). Quem dá cursos de dublagem por lá é o pessoal que dubla desde que o polo começou na atividade, eu imagino.
Tem também casos de gente que estudou cursos de dublagem dentro do eixo RJ/SP e foi pra fora, como a Mônica Placha de Curitiba, por exemplo.
Ou então, a Fátima Mourão em Brasília, ela formou uma galera por lá.
Porém, eu concordo que o conhecimento em dublagem deve ser passado por aqueles que tem experiência prática e cacife. De fato, não é qualquer um que pode ser "professor de dublagem".
O ideal era que, se possível, mais dubladores de calibre pudessem fazer como a Fátima Mourão fez, e tentar levar o conhecimento pra fora do eixo com qualidade, se realmente houver vontade de expandir a dublagem brasileira com qualidade pra fora dos estados de RJ e SP. Até houveram algumas iniciativas assim ao longo dos últimos anos, como uns workshops que o Guilherme Lopes deu espalhados pelo Brasil, mas costumam ser bem esporádicas.