Hades Escreveu:É q o pronome no pessoal de 3ª pessoa no plural n tem gênero em inglês, por isso meio q adotaram esse pronome pra identificar não-binários. É um conceito mto recente, ou q pelo menos levou mto tempo pra ser reconhecido, então ainda causa certa confusão na cabeça das pessoas. E infelizmente é difícil traduzir isso dos pronomes pra línguas latinas, onde n existem pronomes pessoais sem gênero. Difícil arranjar uma regra geral nesse caso. E uma pena q tenha gente q n curta a performance dela, seria ótimo, ao meu ver, ter um dublador trans sendo bem aceito num papel grande desses. Me pergunto se gente trans e não-binária tem dificuldades pra fazer trabalho de voz; por um lado, a natureza mais aberta da identidade deles abriria portas pra tipos de papel q pra outros artistas n haveria, mas por outro, os tratamentos hormonais e afins poderiam prejudicar a estabilidade biológica e, consequentemente, a voz e desempenho deles. N sou cientista pra afirmar nada, só cogitando possibilidades.
Assim, os muricans até tão gostando da voz do/da Casey, e pelo pouco que eu escutei, é uma voz similar à da Megumi Ogata e encaixa num garoto com o arquétipo físico do Shinji. Agora, a performance em si é que tá sendo criticada.
Se bem que, um dos comentários que eu li a cerca da nova dublagem americana, dizia de forma sucinta que o Shinji parecia uma mulher trans tentando soar como uma garota adolescente, então também não sei se a voz em si tá sendo muito bem recebida.
Mas assim, nos EUA, nada tá sendo mais criticada que a voz da Asuka. Parece que a dubladora é uma novata e esse é o primeiro papel dela em animes. E ela aparentemente foi orientada à imitar a Tiffany Grant. A cena do episódio 22 onde a Asuka sofre aquele atentado mental do Anjo em especial tem sido muito criticada nessa redublagem, quando comparada à versão original em inglês (ainda que tenha sido dublada de forma errada).
No geral, acho que nós brasileiros somos os únicos que estamos realmente felizes e entusiasmados com essa redublagem. Porque mesmo nos EUA, ou em países como Alemanha e Itália, foi uma coisa absolutamente desnecessária.