Sirius the Jaeger já está disponível na Netflix. A dublagem é mesmo de Curitiba.
Fazendo um pouquinho de justiça, a dublagem é menos ruim que a do A.I.C.O., mas ainda é bem ruim. Dublagens de Campinas, como a de Baki, que nem é grande coisa, soam bem melhor que a de Sirius, pra ver o nível.
Assisti o primeiro episódio aqui. Tem algumas vozes boazinhas até, como a do Yully, ponto positivo que pelo menos o protagonista teve uma escalação razoável, diferente do que aconteceu em AICO; só que não é o caso da maioria do elenco. Por exemplo, tem duas cenas só nesse episódio onde vampiros mordem pessoas, e parece que ao invés de sofrer, as duas vítimas das cenas em questão estão sentindo orgasmos na dublagem por causa dos gemidos. Bem cringe e bem vergonha alheia.
Reparei também que Melina Valente e Fábio Sckoteski, que protagonizaram AICO Incarnation não estão presentes nessa dublagem de Sirius the Jaeger. Não sei se eles se sentiram intimidados pela repercussão daquela dublagem e não querem dublar anime de novo, e eu com toda sinceridade espero que não tenha sido o caso. Mas é de se estranhar.
Não que eles, com a qualidade que possuem hoje, possam fazer falta para a dublagem brasileira, não fazem. Mas pelo menos da minha parte eu nunca quis criticar de forma pessoal os profissionais envolvidos com AICO, apenas o trabalho profissional deles.
Ou talvez, simplesmente não tenham sido escalados. Espero que seja esse o caso.
Enfim, é uma pena que a BTI Studios e a Alcateia tenham escolhido a Dublagem Curitiba pra fazer essa dublagem. A BTI por si só podia ter mandado dublar esse anime na Centauro ou na MG Estúdios como fez com Kakegurui, mas preferiu mandar pra Alcateia; e esta por sua vez, numa situação ainda mais decepcionante, com dois ótimos estúdios no Rio e em São Paulo, prefere re-terceirizar logo pro pior com o qual trabalham.
Eu nem culpo a Dublagem Curitiba pelo mal trabalho que fazem, mas sim as empresas que mandam pra lá. Essas é que são culpadas em primeiro lugar. A Alcateia carioca, que é o estúdio original, não foi diretamente achincalhada quando produziu a dublagem de AICO, e merece ser agora pra ver se aprendem. As críticas devem ser direcionadas à eles por esse trabalho feito em Sirius the Jaeger.
Se pelo menos, pelo menos fosse uma dublagem mista, como fazem com alguns live-actions usando os três estúdios que eles têm incluindo o curitibano, ainda dava pra tolerar. Mas isso aí não.
(Este post foi modificado pela última vez em: 21-12-2018, 14:52 por SuperBomber3000.)
Fazendo um pouquinho de justiça, a dublagem é menos ruim que a do A.I.C.O., mas ainda é bem ruim. Dublagens de Campinas, como a de Baki, que nem é grande coisa, soam bem melhor que a de Sirius, pra ver o nível.
Assisti o primeiro episódio aqui. Tem algumas vozes boazinhas até, como a do Yully, ponto positivo que pelo menos o protagonista teve uma escalação razoável, diferente do que aconteceu em AICO; só que não é o caso da maioria do elenco. Por exemplo, tem duas cenas só nesse episódio onde vampiros mordem pessoas, e parece que ao invés de sofrer, as duas vítimas das cenas em questão estão sentindo orgasmos na dublagem por causa dos gemidos. Bem cringe e bem vergonha alheia.
Reparei também que Melina Valente e Fábio Sckoteski, que protagonizaram AICO Incarnation não estão presentes nessa dublagem de Sirius the Jaeger. Não sei se eles se sentiram intimidados pela repercussão daquela dublagem e não querem dublar anime de novo, e eu com toda sinceridade espero que não tenha sido o caso. Mas é de se estranhar.
Não que eles, com a qualidade que possuem hoje, possam fazer falta para a dublagem brasileira, não fazem. Mas pelo menos da minha parte eu nunca quis criticar de forma pessoal os profissionais envolvidos com AICO, apenas o trabalho profissional deles.
Ou talvez, simplesmente não tenham sido escalados. Espero que seja esse o caso.
Enfim, é uma pena que a BTI Studios e a Alcateia tenham escolhido a Dublagem Curitiba pra fazer essa dublagem. A BTI por si só podia ter mandado dublar esse anime na Centauro ou na MG Estúdios como fez com Kakegurui, mas preferiu mandar pra Alcateia; e esta por sua vez, numa situação ainda mais decepcionante, com dois ótimos estúdios no Rio e em São Paulo, prefere re-terceirizar logo pro pior com o qual trabalham.
Eu nem culpo a Dublagem Curitiba pelo mal trabalho que fazem, mas sim as empresas que mandam pra lá. Essas é que são culpadas em primeiro lugar. A Alcateia carioca, que é o estúdio original, não foi diretamente achincalhada quando produziu a dublagem de AICO, e merece ser agora pra ver se aprendem. As críticas devem ser direcionadas à eles por esse trabalho feito em Sirius the Jaeger.
Se pelo menos, pelo menos fosse uma dublagem mista, como fazem com alguns live-actions usando os três estúdios que eles têm incluindo o curitibano, ainda dava pra tolerar. Mas isso aí não.