Informações, novidades sobre dublagem no HBO Max

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Sobre o Pierre Bittencourt na Hari Nef: uma escalação equivocada. Um baita vacilo da HBO Max, da Atma e de quem escalou ele.
Não foi culpa dele (longe disso) e sim do cliente que aprovou essa bizarrice
Há algumas semanas saiu um filme sobre pessoas trans que foi dublado na Vox, vi muita gente elogiando o cuidado da produção, visto que ela incluiu mais pessoas trans na dublagem, além de ser direção conjunta com Ma Zink. A Vox tem um histórico muito forte com produções assim e um cuidado que muitas pessoas elogiam, pelo que vejo. Isso me lembra que a Flora e a Agatha também são donas de um curso de dublagem que oferece bolsas de estudo para atores de baixa renda e LGBT. Outros casos de estúdio que respeitam a dublagem brasileira pode ser a Alcateia, que teve um cuidado em relação ao autismo ao escalar um dublador que também fala sobre essa causa, que é o Pedro Alcântara, em um seriado da Amazon. Tem muitos estúdios bons e que vem ampliando os debates sobre inclusão de diversas pessoas no mercado, assim como a Dubrasil recentemente em Skip and Loafer ou em Dragon Age que exploraram muito a temática do sotaque ao incluir dubladores nordestinos.

Não entendo muito sobre o tema, mas vejo que isso tem um peso para certas pessoas que assistem essas produções. O importante é que se exista respeito, mesmo que a pessoa não seja de determinada esfera.
Estamos em 2023, homens cis dublando mulheres trans e mulheres cis dublando homens trans é absolutamente inadmissível. Já devem ter falado algo do tipo aqui, mas prefiro reforçar.
Reinaldo Escreveu:Vou ter que discordar não foi sempre que a Vox foi inclusiva, depende muito do diretor.
cara, você falou que antes do ano passado não tinha inclusão.. Elite que é de antes disso tem Daniel Garcia, Renan Freitas...
O que fazemos na vida, ecoa na eternidade - Maximus Decimus Meridius
MatheusTito1999 Escreveu:Estamos em 2023, homens cis dublando mulheres trans e mulheres cis dublando homens trans é absolutamente inadmissível. Já devem ter falado algo do tipo aqui, mas prefiro reforçar.

Essa é uma pauta na dublagem que possui uma discussão estruturalmente complexa, não é tão simples quanto parecer ser, mas enfim...
Alguém Sabe se Alex & Emma de 2003 Tá na Plataforma com a Dublagem da Wan Macher?
Yukihira Escreveu:Há algumas semanas saiu um filme sobre pessoas trans que foi dublado na Vox, vi muita gente elogiando o cuidado da produção, visto que ela incluiu mais pessoas trans na dublagem, além de ser direção conjunta com Ma Zink. A Vox tem um histórico muito forte com produções assim e um cuidado que muitas pessoas elogiam, pelo que vejo. Isso me lembra que a Flora e a Agatha também são donas de um curso de dublagem que oferece bolsas de estudo para atores de baixa renda e LGBT. Outros casos de estúdio que respeitam a dublagem brasileira pode ser a Alcateia, que teve um cuidado em relação ao autismo ao escalar um dublador que também fala sobre essa causa, que é o Pedro Alcântara, em um seriado da Amazon. Tem muitos estúdios bons e que vem ampliando os debates sobre inclusão de diversas pessoas no mercado, assim como a Dubrasil recentemente em Skip and Loafer ou em Dragon Age que exploraram muito a temática do sotaque ao incluir dubladores nordestinos.

Não entendo muito sobre o tema, mas vejo que isso tem um peso para certas pessoas que assistem essas produções. O importante é que se exista respeito, mesmo que a pessoa não seja de determinada esfera.

Curso de dublagem foca mais em "pegar" fãs de dublagem do que especializar profissionais, caso contrário os cursos teriam que ser destinados somente para atores que possuem DRT e dubladores como mabel cezar, e entre outros viram nesse mercado uma boa oportunidade pra fazer uma grana.

não conheço esse curso e muito menos a "grade" deles, mas as perguntas no final tem que ser, quantas pessoas eles capacitaram para entrar no mercado de trabalho? Flora que é diretora de dublagem dá oportunidade constante para esses alunos ou deixa eles a sorte? etc...não adianta oferecer curso a esses fãs/alunos e não os aproveitarem constantemente nas produções que ela ou outro(a) diretor(a) dirige, caso contrário é jogar essas pessoas a sorte e usar um discurso importante só pra ganhar dinheiro, assim como as empresas fazem atualmente.
H4RRY Escreveu:Essa é uma pauta na dublagem que possui uma discussão estruturalmente complexa, não é tão simples quanto parecer ser, mas enfim...
Você quer dizer que, por exemplo, precisamos de mais artistas dessas minorias na indústria pra começo de conversa e esse tipo de coisa? Eu concordo... mas tem. Wallie e Alexia ambas tem HS; a não ser que as duas não trabalhem na Atma, é meio de foder que o cliente engoliu o Pierre nessa pessoa:

[Imagem: v3URSbT.png]

E tipo, nem precisava ser uma mulher trans, era só não ser um homem, tem tanta mulher cis com voz mais grave que trabalha na Atma.
True love will find you in the end.
Paseven Escreveu:Curso de dublagem foca mais em "pegar" fãs de dublagem do que especializar profissionais, caso contrário os cursos teriam que ser destinados somente para atores que possuem DRT e dubladores como mabel cezar, e entre outros viram nesse mercado uma boa oportunidade pra fazer uma grana.

não conheço esse curso e muito menos a "grade" deles, mas as perguntas no final tem que ser, quantas pessoas eles capacitaram para entrar no mercado de trabalho? Flora que é diretora de dublagem dá oportunidade constante para esses alunos ou deixa eles a sorte? etc...não adianta oferecer curso a esses fãs/alunos e não os aproveitarem constantemente nas produções que ela ou outro(a) diretor(a) dirige, caso contrário é jogar essas pessoas a sorte e usar um discurso importante só pra ganhar dinheiro, assim como as empresas fazem atualmente.
Ela usa sim, inclusive escalou vários personagens menores (para ir ganhando experiência) em obras como 1899, Bridgerton, novas temporadas de Elite, o novo spin-off de Bridgerton e o novo filme que ela dirigiu. É um curso com módulo para ATORES se profissonalizarem em dublagem. A prova tá aí mais do que atestada, você não pode invalidar o trabalho FACTUAL que ela vem ampliando em produções da Vox, até outros diretores como o Bretas e a Raquel Marinho estão escalando tbm.
Bruna Escreveu:Muito triste o fato de que o nome do Pierre vai estar agora no tópico da Hari pra sempre.

Defendi a Atma no passado, mas depois dessa não acho que vou ser capaz.

Apesar de todos os problemas do estúdio, a depender da direção, a Atma ainda consegue entregar alguns bons trabalhos. O Alex Minei é disparado o melhor diretor do estúdio (o trabalho dele em Vinland Saga atualmente é muito bom), e ocasionalmente, entre alguns erros, o Lucas e a Mayara acabam acertando as vezes. O problema é maior atualmente com os demais diretores da casa, e pudemos ver isto com essa série da HBO. De fato essa escala do Pierre na Hari produziu um resultado bastante bisonho e nem que alguém quisesse poderia defender isso.

Claro, o Alex Minei quase que só dirige uns animes no estúdio e olhe lá, já nos live-actions, rotineiramente saem esses resultados aí que a gente está vendo.


Paseven Escreveu:Curso de dublagem foca mais em "pegar" fãs de dublagem do que especializar profissionais, caso contrário os cursos teriam que ser destinados somente para atores que possuem DRT e dubladores como mabel cezar, e entre outros viram nesse mercado uma boa oportunidade pra fazer uma grana.

não conheço esse curso e muito menos a "grade" deles, mas as perguntas no final tem que ser, quantas pessoas eles capacitaram para entrar no mercado de trabalho? Flora que é diretora de dublagem dá oportunidade constante para esses alunos ou deixa eles a sorte? etc...não adianta oferecer curso a esses fãs/alunos e não os aproveitarem constantemente nas produções que ela ou outro(a) diretor(a) dirige, caso contrário é jogar essas pessoas a sorte e usar um discurso importante só pra ganhar dinheiro, assim como as empresas fazem atualmente.

Existe muito curso de dublagem que é "engana trouxa" mesmo, mas isso me lembra de um comentário que o Hermes Baroli fez numa entrevista recente sobre toda a filosofia por detrás da Dubrasil, que o curso foi visado pensando em profissionalizar atores de outras modalidades de atuação em dublagem, e trazer pessoas do teatro/televisão/etc para o meio. Tanto que quando a Dubrasil foi fundada, haviam filas de fãs de Cavaleiros do Zodíaco querendo fazer o curso do estúdio, mas que por entender que a maioria não era composta de atores profissionais, foi frisado na época que o curso ofertado era de especialização de atores. Como consequência, muitos deles foram fazer teatro, e 1, 2 anos depois, voltaram. Quanto ao curso da Flora e da Agatha, pelo que eu vi, é de especialização de atores também.

A Unidub também fez um curso recentemente com a Paramount+, voltado especificamente para atores pertencentes a minorias em geral.

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