ESTÚDIO:
Cinevideo
MÍDIA:
VHS?**/ Televisão (Globo) / TV Paga
ELENCO DE DUBLAGEM
Devon Gummersall (Quentin Kemmer): Alexandre Moreno
Dan Aykroyd (Detetive Jack Grillo): Élcio Romar
Amelia Heinle (Stephanie Lewis): Sylvia Salusti
John Cho (Han): Duda Espinoza
Theresa Russell (Trixie Grillo): Telma da Costa
Mario Roccuzzo (Nick Bezis): José Santa Cruz
Christopher Cousins (Policial Williams): José Augusto Sendim
Michael Kennan (Willie, sem-teto): Francisco José
Howard George (Walter, o barman): Luiz Carlos Persy
Willie C. Carpenter (Doutor Calloway): Jorge Vasconcellos
Gregorio "Zia" (Arruaceiro #1): Marco Moreira
Lloyd Lowe Jr. (Arruaceiro #2): Pedro Eugênio
Douglas Jude McKeon (Gerente do laboratório): Clécio Souto
Brian J. Gilbert (Fotojornalista): Philippe Maia
Ted Rooney (Legista): Mauricio Berger
Dan Martin (Policial #1): Oziel Monteiro
Lisa Picotte (Gótica): Angélica Borges
Pedro Pascal (Gótico): Philippe Maia
Rob Hill (Policial #2): Philippe Maia
Imagem na TV: Ed Kemmer em "A Maldição da Aranha (1958)": Bruno Rocha
Imagem na TV: June Kenney em "A Maldição da Aranha (1958)": Izabel Lira
Letreiros: Clécio Souto
Titulo: Ricardo Vooght
Outras vozes:
Bia Barros, Flávio Back, Geisa Vidal, Marisa Leal, Oziel Monteiro, entre outros.
**Aparentemente, aqui é uma repetição que observei em A Criatura da Destruição. O filme foi lançado pela Sony/Columbia em VHS e DVD (que ilustra o tópico). Sendo que em A Criatura, eu encontrei um trecho de um VHS-rip que dava suporte ao meu mapeamento. Neste eu achei fotos do titulo legendado. O DVD foi lançado apenas com legendas (tal como em A Criatura). E não se enganem: Na linha onde o português está citado, a palavra "idiomas" está junto (repetida). Porém foi erro de impressão. Até porque o áudio do filme está bem especificado (5.1 em inglês, e 2.0 em francês). Contudo, o padrão é bem semelhante ao de A Criatura, e não descartaria a informação de que houve um VHS dublado para este titulo. Além disso, falando de Sony/Columbia, essa "tática" de incluir dublagem no VHS e omitir no DVD, era uma prática até que comum em alguns de seus primeiros títulos lançados no formato (Mulher Infernal, é um desses exemplos). Ademais, o filme estreou na Globo em 2004. E mesmo que a emissora tenha o hábito de redublar certos títulos, não é provável que a origem dessa versão seja a TV.
Só contribuo com o que passa pelo crivo dos meus ouvidos