Saiu a dublagem de Reborn as a Space Mercenary e foi na Dubrasil. Bruno Casemiro, Maitê Cunha, Jonas Falcão, Raíssa Bueno e Marcella Almeida, direção de Guilherme de Barros.
Pergunta sincera, ocorreu alguma restrição recente na Dubrasil? Os elencos do estúdio estão cada vez mais pobres e repetitivos, Black Torch, exceto o Adrian, foi uma grande distribuição de vozes da própria casa dentro do anime. As vozes novas de Link Click são alunos ou professores/diretores do estúdio, as vozes novas e pontas de Tanya são basicamente compostas somente pelos diretores da casa também.
Em outro momento, até animes mais "genéricos" recebiam dublagens melhor trabalhadas, como Ningen Fushin, Máquina de Vendas e Deep Insanity Lost Child, que apresentavam elencos bem mais pensados.
Para os animes que saem do estúdio e que foram vistos ao longo dos últimos 6 anos, apesar dos (vários) problemas, ainda buscavam explorar vozes recorrentes do mercado, como Lucas Gama, Caio Guarnieri, Vini Estefanuto, Raphael Ferreira, Lia Mello, Cassiano Ávila, César Emílio, Kate Kelly, Gabriel Noya... Mas os trabalhos recentes estão, em sua maioria, sendo uma repetição contínua de nomes da própria casa.
E não, Bomber, não quero ler seu texto de 30 linhas explicando porque a Dubrasil é a coitadinha da história e que deveríamos ser mais complacentes.
(Este post foi modificado pela última vez em: 04-10-2026, 12:47 por Yukihira.)
Pergunta sincera, ocorreu alguma restrição recente na Dubrasil? Os elencos do estúdio estão cada vez mais pobres e repetitivos, Black Torch, exceto o Adrian, foi uma grande distribuição de vozes da própria casa dentro do anime. As vozes novas de Link Click são alunos ou professores/diretores do estúdio, as vozes novas e pontas de Tanya são basicamente compostas somente pelos diretores da casa também.
Em outro momento, até animes mais "genéricos" recebiam dublagens melhor trabalhadas, como Ningen Fushin, Máquina de Vendas e Deep Insanity Lost Child, que apresentavam elencos bem mais pensados.
Para os animes que saem do estúdio e que foram vistos ao longo dos últimos 6 anos, apesar dos (vários) problemas, ainda buscavam explorar vozes recorrentes do mercado, como Lucas Gama, Caio Guarnieri, Vini Estefanuto, Raphael Ferreira, Lia Mello, Cassiano Ávila, César Emílio, Kate Kelly, Gabriel Noya... Mas os trabalhos recentes estão, em sua maioria, sendo uma repetição contínua de nomes da própria casa.
E não, Bomber, não quero ler seu texto de 30 linhas explicando porque a Dubrasil é a coitadinha da história e que deveríamos ser mais complacentes.
