Fui um dos membros desse fórum que mais defendi a ideia de que Hamnet tinha que ser assistido exclusivamente na versão legendada. Pois assim o fiz no cinema, e tive a oportunidade de reassistí-lo no streaming recentemente, dessa vez, em sua versão dublada, realizada na Atma. A princípio fui contra a ideia, pois eu achava que se tratava de uma dublagem ruim, visto os trechos dublados que vi na internet, mas minha namorada só assiste tudo dublado devido à forte dislexia, e por mais que eu também ame a dublagem e veja quase tudo dublado, queria que ela tivesse a experiência de ver esse filme no original, mas no final das contas eu acabei cedendo, com os dois pés atrás. Mas meu amigo, posso dizer tranquilamente que eu paguei a minha língua rs.
A Maitê Cunha na protagonista me surpreendeu bastante, dos trechos que eu havia visto previamente não tava legal, a voz tava engessada e sem tanta emoção, e de fato no início do filme ela transparece isso. Mas depois de uns 30 minutos de filme ela dá uma virada insana de chave que parece que é até outra pessoa dublando, ela definitivamente entrou na personagem e entregou exatamente o que o personagem deu no original. Conseguiu entregar com primor as cenas mais pesadas e emotivas, não devendo nada pro original da Jessie Buckey. Realmente foi uma grata surpresa. E quando eu achava que ela não poderia me surpreender, Carloz Magno chegou lá e fez. Quem diria que um cara com 30 anos nas costas dublando um pivete de 10 daria um show? Outro dublador que definitivamente entrou no personagem, e por mais que haja uma estranheza inicial na voz dele no menino, por bons momentos ele conseguiu fazer um tom confortável usando uma voz de criança sem incomodar tanto, isso sem falar também nas cenas pesadas e emotivas.
Digo que essa dublagem foi que mais me surpreendeu positivamente, devido ao histórico do estúdio, os trechos vazados e por não ter vozes “triple A” nesse trabalho. Quem for assistir ao filme dublado pode ir sem medo, não deve nada ao original.
A Maitê Cunha na protagonista me surpreendeu bastante, dos trechos que eu havia visto previamente não tava legal, a voz tava engessada e sem tanta emoção, e de fato no início do filme ela transparece isso. Mas depois de uns 30 minutos de filme ela dá uma virada insana de chave que parece que é até outra pessoa dublando, ela definitivamente entrou na personagem e entregou exatamente o que o personagem deu no original. Conseguiu entregar com primor as cenas mais pesadas e emotivas, não devendo nada pro original da Jessie Buckey. Realmente foi uma grata surpresa. E quando eu achava que ela não poderia me surpreender, Carloz Magno chegou lá e fez. Quem diria que um cara com 30 anos nas costas dublando um pivete de 10 daria um show? Outro dublador que definitivamente entrou no personagem, e por mais que haja uma estranheza inicial na voz dele no menino, por bons momentos ele conseguiu fazer um tom confortável usando uma voz de criança sem incomodar tanto, isso sem falar também nas cenas pesadas e emotivas.
Digo que essa dublagem foi que mais me surpreendeu positivamente, devido ao histórico do estúdio, os trechos vazados e por não ter vozes “triple A” nesse trabalho. Quem for assistir ao filme dublado pode ir sem medo, não deve nada ao original.
