Eu acho que a dublagem tem que refletir o português como ele é falado; "documento onde consta" é extremamente comum e, se a sua definição de "normal" incluir o uso comum, é normal também - ou pelo menos normalizado.
Claro que isso não significa que 'menas' ou 'pobrema' de repente seja 'ok' de colocar no texto porque muita gente diz assim, mas existe uma diferença óbvia - "documento onde consta" você poderia ouvir até numa assembléia ou num tribunal, já algo como 'menas' ou 'pobrema' carrega um estigma diferente relacionado à pobreza e baixa escolarização, por exemplo, e isso importa.
Acho que é importante que a dublagem use a norma padrão em momentos das produções que, contextualmente, pedem isso - se faz sentido para o personagem ter um vocabulário que se preocupe com algo como a norma padrão; um advogado, um professor de línguas, um acadêmico... ou então em documentários científicos e etc.
Claro que isso não significa que 'menas' ou 'pobrema' de repente seja 'ok' de colocar no texto porque muita gente diz assim, mas existe uma diferença óbvia - "documento onde consta" você poderia ouvir até numa assembléia ou num tribunal, já algo como 'menas' ou 'pobrema' carrega um estigma diferente relacionado à pobreza e baixa escolarização, por exemplo, e isso importa.
Acho que é importante que a dublagem use a norma padrão em momentos das produções que, contextualmente, pedem isso - se faz sentido para o personagem ter um vocabulário que se preocupe com algo como a norma padrão; um advogado, um professor de línguas, um acadêmico... ou então em documentários científicos e etc.
True love will find you in the end.
