A questão do Pará, pelo que me parece olhando os elencos da Red Dragon e da Ace, é que ainda não há propriamente um polo formado no sentido de mão de obra local, de atores presenciais. Tem o Mikael Adrian como diretor, com DRT emitido pelo SATED de lá, e mais alguns atores locais, mas o contingente em si parece ser ainda pequeno. Então, é natural que recorram ao remoto com mais ênfase.
O que me chama a atenção, é que mesmo nomes grandes de SP e RJ dublam lá. O Popeye no curta dublado por eles, foi feito pelo Gilberto Baroli, por exemplo. Tem também Amajones, Marcus Jardym, Viggiani e outros nos filmes independentes que eles fizeram também.
Outro que dirige lá aparentemente é o Marcello Trigo (de Recife), por via remota é claro. Marcello que para quem não sabe ou lembra, dublou na Herbert Richers nos anos 90, e após a pandemia, remotamente para vários estúdios do eixo.
O que me chama a atenção, é que mesmo nomes grandes de SP e RJ dublam lá. O Popeye no curta dublado por eles, foi feito pelo Gilberto Baroli, por exemplo. Tem também Amajones, Marcus Jardym, Viggiani e outros nos filmes independentes que eles fizeram também.
Outro que dirige lá aparentemente é o Marcello Trigo (de Recife), por via remota é claro. Marcello que para quem não sabe ou lembra, dublou na Herbert Richers nos anos 90, e após a pandemia, remotamente para vários estúdios do eixo.
