Bruna Escreveu:Legal a iniciativa, mas seria legal se não parasse por aí.
Tem vários grupos demográficos que beneficiariam de projetos como esse, e o mercado se beneficiaria de tê-los. Dubladores pretos, LGBT... o tipo de minoria que quando aparece em filmes, quem dubla são sempre os mesmos porque não tem gente o suficiente.
A Paramount com a Unidub desenvolveu um curso de dublagem tempos atrás justamente focado em minorias étnicas, e se bem me lembro, muita gente desse curso se manteve no mercado.
GabrielSa Escreveu:Curiosamente antigamente tinham caras mais “jovens” com esses timbres mais envelhecidos. Tipo o próprio JC Guerra que dublava o Gordon quando tinha menos q 30 anos.
Acho também que ia um pouco da forma de se falar do rádio teatro. Mas, concordo que timbres graves aveludados hoje em dia são raros. O que mais tem é dublador jovem na faixa dos 15-25 anos soprano que consegue fazer voz de criança, coisa que há uns anos atrás fazia falta.
Mas, talvez a cultura e os modos de se falar da época ajudassem a desenvolver e encontrar atores com esse perfil mais facilmente. Só lembrar do rádio e de como ele era mais influente, e como a dublagem era guiada por ele de certa forma.
Miguel Liza Escreveu:Que estrategia legal essa da Netflix! Das vozes idosas da dublagem carioca que sobreviveram só lembro da Selma Lopes. Infelizmente, todo o resto já se foi. Espero que esse projeto da Netflix seja um sucesso. E também espero que grandes atores entrem no ramo da dublagem, por meio disso.
Na faixa de idade da Selma, certamente. Porém, há profissionais um pouco mais novos que ela, no entanto ativos.