Jef Escreveu:Tudo o que a Artworks distribui/licencia já está listado na página inicial do site oficial dela, na verdade todos esses títulos listados ela adquiriu direto do Japão sem passar por cima de outras empresas.
Para o resto, ela apenas trabalha com seu estúdio de dublagem para outras distribuidoras, tal como a Sentai Filmworks por exemplo tem seu próprio estúdio de dublagem nos EUA mas já encomendou dublagens pro Crunchyroll, Netflix ou Toei sem trabalhar (ou antes de trabalhar) na distribuição deles, como é o caso da terceira dublagem americana de CDZ por exemplo, a Sentai dublou essa versão em seu estúdio mas foi a Toei em si que encomendou, a dublagem em si nunca nem apareceu no Hidive de lá nem foi pra home-video com o selo da Sentai.
A diferença é que a Artworks faz isso com muito mais frequência que a Sentai enquanto seu acervo de distribuição é muito menor.
Bom, se for verdade, veremos mais títulos da TMS dublados na Artworks futuramente.
Aliás, tive a curiosidade de ver um pouco de Sket Dance dublado, e... não me surpreendi. A dublagem é extremamente fraca, acho que só salva talvez a Rafaela Braga e olhe lá.
Digo isso também porque, saiu o episódio crossover com Gintama... e bom... conseguiram fazer algo ainda pior, diria até que consideravelmente pior, que as contrapartes de Miami das vozes do trio principal; pior que a dublagem de Miami de Gintama seja, o timing cômico dela é bem mais acertado, e não-ironicamente, Arnaldo Tavares, Lenny Fonseca e Marta Rhaulin são muito melhores em Gintoki, Shinpachi e Kagura que Júlio Muzzi (mantiveram ele como Gintoki e como Usui). Vitor Berti e Ailén Roberto. E se fosse atualmente então (Gintama no caso), nem teria comparação, basta ver as novelas que a Universal Cinergia dubla com elenco misto com RJ e SP hoje em dia. Eu não achei que a dublagem de Sket Dance ia entregar algo tão ruim assim quanto entregaram com os personagens de Gintama, mas conseguiram.
Não que a dublagem de Miami de Gintama tenha sido ou seja boa, não foi e não é, mas este não é o ponto. Se falar de interpretação, era tudo bem cantado, cartunesco e histriônico, mas funcionava enquanto algo caricato em uma comédia. Já nesse crossover com Sket Dance, tudo que eu escutei foram as vozes dos três personagens (sem contar os próprios personagens de Sket Dance) lendo o texto de modo monótono, sem interpretação alguma. Escutar a Kagura na voz da Marta Rhaulin era, ao menos, engraçado, mas a versão curitibana sequer isso. Ficou muito, mas muito ruim, e conseguiram sim, fazer algo pior que Miami.
Bom, ao menos Sket Dance é a última dublagem que se sabe que produziram em Curitiba, então, prefiro ver o copo meio cheio.