Outra coisa que eu julgo ser válida comentar: ao que se sabe, a dublagem desse game foi feita no Brasil em razão da cotação do dólar a 5 reais; dublar em Miami ficaria mais caro pelos cachês em dólar que seriam pagos aos dubladores de lá.
Eu fico pensando se futuramente, isso não possa afetar a dublagem do próprio desenho para a nossa língua. Apesar da dublagem do jogo não ter sido de iniciativa direta da Paramount, e sim da desenvolvedora, deve ter havido um aval para isso por parte da Paramount, até como maneira de testar a repercussão - que foi negativa, muito mais em conta do Cartman do Christiano Torreão que qualquer outra coisa.
Mas, se o dólar subir mais (e tudo indica que vai, ainda mais se a SELIC for reduzida na marra, como até já foi feito em 2019), eu não duvido a Paramount acabar amadurecendo a ideia e eventualmente mudar a dublagem do desenho de polo de vez, talvez daqui a umas 2 temporadas. Porque a hora paga de dublagem na Flórida (que fica entre 35 a 40 dólares) hoje já vale mais que os 150 reais pagos aos dubladores por hora feita no eixo RJ-SP; e se o dólar chegar a mais de 6 ou 7 reais, é aí que vai valer muito mais, dependendo de como a cotação se der, se continuar aumentando, ela pode chegar até ao dobro do valor.
E, de verdade, e eu tenho muitas e sinceras dúvidas se a Paramount vai querer continuar mantendo a dublagem no The Kitchen se as coisas chegarem neste ponto - ainda mais que a dublagem do desenho é toda escangalhada cheia de trocas, não penso que teriam muito pudor em trocar de novo, e ainda mais já tendo trocado no game.
Eu não acho que a Paramount vá querer chegar num ponto de pagar quase 300 reais pela hora de dublagem (se o valor chegar nisto) para a Carla Cardoso contracenar com ela mesma em 742461 papeis diferentes, quando poderia pagar menos de 200 para dubladores diferentes, separados por personagem, aqui no Brasil, mesmo. E é claro que eu não quero que o dólar chegue nesse patamar, só estou pensando em como isto afetaria a dublagem do desenho, se já afetou a do game.
Eu fico pensando se futuramente, isso não possa afetar a dublagem do próprio desenho para a nossa língua. Apesar da dublagem do jogo não ter sido de iniciativa direta da Paramount, e sim da desenvolvedora, deve ter havido um aval para isso por parte da Paramount, até como maneira de testar a repercussão - que foi negativa, muito mais em conta do Cartman do Christiano Torreão que qualquer outra coisa.
Mas, se o dólar subir mais (e tudo indica que vai, ainda mais se a SELIC for reduzida na marra, como até já foi feito em 2019), eu não duvido a Paramount acabar amadurecendo a ideia e eventualmente mudar a dublagem do desenho de polo de vez, talvez daqui a umas 2 temporadas. Porque a hora paga de dublagem na Flórida (que fica entre 35 a 40 dólares) hoje já vale mais que os 150 reais pagos aos dubladores por hora feita no eixo RJ-SP; e se o dólar chegar a mais de 6 ou 7 reais, é aí que vai valer muito mais, dependendo de como a cotação se der, se continuar aumentando, ela pode chegar até ao dobro do valor.
E, de verdade, e eu tenho muitas e sinceras dúvidas se a Paramount vai querer continuar mantendo a dublagem no The Kitchen se as coisas chegarem neste ponto - ainda mais que a dublagem do desenho é toda escangalhada cheia de trocas, não penso que teriam muito pudor em trocar de novo, e ainda mais já tendo trocado no game.
Eu não acho que a Paramount vá querer chegar num ponto de pagar quase 300 reais pela hora de dublagem (se o valor chegar nisto) para a Carla Cardoso contracenar com ela mesma em 742461 papeis diferentes, quando poderia pagar menos de 200 para dubladores diferentes, separados por personagem, aqui no Brasil, mesmo. E é claro que eu não quero que o dólar chegue nesse patamar, só estou pensando em como isto afetaria a dublagem do desenho, se já afetou a do game.