acho meio sem sentido citar Debby Ryan aqui sendo que, no Rio, praticamente só ela dubla a atriz, enquanto em SP já tiveram umas 5 vozes diferentes em produções não-Disney. e a Erika, hoje em dia, realmente passa longe de se assemelhar à voz dela, sempre soa mais juvenil que a imagem. pra mim não funciona mais.
Isso de descaracterizar, ao meu ver, deveria ser quando o ator tem uma característica que o dublador não reproduz, então já é uma forma de descaracterizar, mas isso não significa que não combine. por exemplo: se numa conversa citarem que a Miley Cyrus tem voz rouca e moleca, enquanto a da Tati é limpa e aguda, pode criar um ruído na conversa se uma das partes só conhecer a voz dublada, justamente por não ter uma característica importante da Miley. Já escalas tipo Teline Carvalho, é uma que mantem essa característica, mas apesar de eu não achar q tenha dado certo, eu não diria q "descaracterizou", só que não combinou mesmo.
Bruna Escreveu:Não sei se concordo com esse uso do termo "descaracterizar", geralmente pra mim eu diria que uma voz "descaracteriza" o ator ou atriz quando não parece que tá saindo da pessoa, quando fica muito na cara que é dublado, não "encaixa", "cabe", essas coisas, e no caso eu acho sim que combina fisicamente com a atriz, aliás essa é minha única referência porque nunca ouvi a voz da Debby no original.
Isso de descaracterizar, ao meu ver, deveria ser quando o ator tem uma característica que o dublador não reproduz, então já é uma forma de descaracterizar, mas isso não significa que não combine. por exemplo: se numa conversa citarem que a Miley Cyrus tem voz rouca e moleca, enquanto a da Tati é limpa e aguda, pode criar um ruído na conversa se uma das partes só conhecer a voz dublada, justamente por não ter uma característica importante da Miley. Já escalas tipo Teline Carvalho, é uma que mantem essa característica, mas apesar de eu não achar q tenha dado certo, eu não diria q "descaracterizou", só que não combinou mesmo.