A dublagem da 2ª temporada de Nanatsu no Taizai cometeu muitos erros e sem dúvida é uma mancha muito negativa na dublagem do anime, foram cometidos erros completamente amadores ali. Mas ela também teve seus acertos, como o Francisco Júnior no Escanor, o Zé Leonardo no Zeldris e o Duda Espinoza no Estarossa. Acertos estes que foram preservados felizmente, quando a Som de Vera Cruz assumiu a dublagem da franquia e consertou os erros na medida do era possível.
A Karen Giraldi em Nightflyers, série que foi dublada em Curitiba. Aliás, a Karen é ex-aluna do Guilherme Lopes, e é uma dubladora bem acima da média curitibana. Ela e o Emanuel Pilati se fossem pro eixo RJ-SP dublar conseguiriam se firmar facilmente, porque eles são bons.
Em Fate/Apocrypha, que foi dublado em Campinas e na época que a Dubbing Company tava trabalhando loucamente em linha de produção industrial, tem em torno de uns 7 nomes ali que conseguem soar naturais e bem atuados, entre eles o Ênio Vivona, a Raíssa Bueno e o Fernando Ferraz.
Pra ser justo a dublagem melhorou muito da segunda metade pra frente, mas a impressão negativa que os episódios iniciais deixaram acabou com a reputação do trabalho, e não era pra menos, de fato os primeiros episódios estavam bem ruins.
Falando em Fate, falando agora do Fate/Stay Night de 2006, dublado na Álamo, dá pra dizer que as escalas em geral (com uma exceção ou outra) são o melhor que aquela dublagem tem, pois a tradução é uma porcaria, a mixagem idem (tem reação sem dublagem aos montes, e até golpes inteiros que não foram dublados). É inacreditável que o Marcelo Campos, sendo o dublador de excelência que é e tendo a ótima reputação profissional que tem, tenha dirigido aquilo, e que tenha saído do jeito que saiu.
A Karen Giraldi em Nightflyers, série que foi dublada em Curitiba. Aliás, a Karen é ex-aluna do Guilherme Lopes, e é uma dubladora bem acima da média curitibana. Ela e o Emanuel Pilati se fossem pro eixo RJ-SP dublar conseguiriam se firmar facilmente, porque eles são bons.
Em Fate/Apocrypha, que foi dublado em Campinas e na época que a Dubbing Company tava trabalhando loucamente em linha de produção industrial, tem em torno de uns 7 nomes ali que conseguem soar naturais e bem atuados, entre eles o Ênio Vivona, a Raíssa Bueno e o Fernando Ferraz.
Pra ser justo a dublagem melhorou muito da segunda metade pra frente, mas a impressão negativa que os episódios iniciais deixaram acabou com a reputação do trabalho, e não era pra menos, de fato os primeiros episódios estavam bem ruins.
Falando em Fate, falando agora do Fate/Stay Night de 2006, dublado na Álamo, dá pra dizer que as escalas em geral (com uma exceção ou outra) são o melhor que aquela dublagem tem, pois a tradução é uma porcaria, a mixagem idem (tem reação sem dublagem aos montes, e até golpes inteiros que não foram dublados). É inacreditável que o Marcelo Campos, sendo o dublador de excelência que é e tendo a ótima reputação profissional que tem, tenha dirigido aquilo, e que tenha saído do jeito que saiu.