SuperBomber3000 Escreveu:Eu entendo o Mais de Oito Mil ter a postura que tem. Discordo, mas entendo. Agora, o Leo Kitsune é osso mesmo, o que é uma pena, porque o Videoquest consegue ser um canal muito bom quando precisa, mas de feministo pseudo-progressista que usa as próprias redes sociais pra inflar o próprio ego e se sentir moralmente superior aos outros cagando regra do que eles devem ver ou não, eu to é cheio. Ainda mais no meio geek-otaku, esses caras são um câncer que se alastrou na comunidade, e se veem como cura de algo.
O pior é que eu até concordei com a crítica que ele fez sobre Goblin Slayer (outro que é detestado por lacradores em geral). Do ponto de vista técnico e roteirístico, o anime é fraco, e é um shounen que finge ser seinen adultão. Agora, constatar isso é uma coisa, outra é querer pagar de ser moralmente superior à quem assiste ou gosta de tal série.
O que eu acho triste do Leo Kitsune é que ele já trabalhou na JBC, tinha contato com o pessoal da industria e até mesmo dos autores de mangás e perguntar o por que de ter tanto fanservice em mangás e animes? Ainda falando nele o cara ainda tem a coragem de responder que otaku não aceita opinião contraria.
Agora o mais de oito mil, pelo menos eles falam que não estão querendo censura, boicote ou nada do tipo, apenas fazendo uma critica e os leitores podem se sentir a vontade para discordar.
Desculpa o SPAM, mas como é um assunto sobre problematização. Mas é que o povo fala de problematização como se quererem censura, fiz tanto artigo sobre isso no meu blog criticando esse povo: http://jmaruseru.blogspot.com/2018/10/ma...omics.html
Alias da galera problematizadora faltou a Haru. O povo pegou muita raiva dela depois que ela condenou o genero ecchi e hentai, além do fanservice. Até foi parar no treta news.