Thiago. Escreveu:Na minha opinião pessoal: alguns estúdios devem ter ficado com medo da dublagem ficar similar a lá de fora: com pessoal gravando suas falas em casa sem precisar necessariamente de um estúdio pra produzir a dublagem
Não sei, no alto da pandemia minha última preocupação seria probleminhas de mixagem ou que eu não tenho controle suficiente sobre os meus trabalhadores por causa de remoto, mil vezes preferiria estes meus dubladores (do meu estúdio, toda-poderosa Del-art) seguros em casa, principalmente os mais velhos, pra que no futuro, a medida que as coisas fossem melhorando, eles pudessem eventualmente voltar a trabalhar presencialmente sem pressão de perderem emprego caso não o façam.
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Como é? Vários dubladores morreram de COVID? Inclusive os idosos? Bom, pelo menos não tivemos problemas de mixagem... ou tivemos?
True love will find you in the end.
Isso do Mario Jorge creio que seja mais recente. Sempre achei um bom diretor e que escala bem. Tem alguns percalços, mas em maioria são positivos.
Em live-action, o Pádua é um diretor bem mais ou menos.
Quando ele quer, o cara acerta. Mas de vez em quando sai umas bizarrices que nem eu consigo imaginar (mentira já vi escalações piores... até agora)
Exemplos: Reginaldo Primo no Kyle Chandler, Marisa Leal na Juno Temple e Yago Machado em atores de 30 anos (wtf?)
Mas quando o assunto é animações, o maluco é brabo.
Exemplos: Coraline, A Noiva Cadáver, A Fuga das Galinhas e entre outros que eu esqueci o nome.
Outro diretor com escalas bem questionáveis é o José Santana. Lembro de muita atrocidade da época que ele dirigia na Drei Marc...
Lembro de, na época, quando ainda não entendia nada de dublagem, estar em um grupo de Transformers no Face. Transformers Prime tinha estreado não muito tempo, e CHOVIAM críticas ao César Marchetti e a grande parte do elenco. Mas, sinceramente, por mais que a dublagem tenha sim problemas (Nestor no Starscream e Marco Aurélio Campos no Knock Out são péssimas escalas), eu gostei bastante do trabalho da Centauro.
Aliás, acerca do Marchetti, ele ficou excelente como Optimus. O tom e interpretação que ele nos entrega é muito similar aos trejeitos e à voz do Peter Cullen dos anos 80. Transmite meio que um ar "clássico", que fica ainda mais interessante quando você assiste no original e compara com o Peter Cullen dublando o Optimus com sua voz atual, dos filmes. Claro, eu ainda prefiro o Briggs, mas o trabalho do César ficou tão bom quanto. Creio que a maior parte das críticas tenham sido justamente por isso: não era o Guilherme Briggs dublando o Optimus Prime.